Num processo completo de M&A, o Pós M&A financeiro é onde se demonstra se a operação “funciona” de verdade: já não se trata de assinar, mas de governar o negócio, controlar a tesouraria e garantir que o valor acordado se materializa. Aqui, a martinsdelima presta um serviço fundamental: organizar o “dia 1” e os meses seguintes com uma disciplina financeira que evita surpresas, alinha as partes e cria uma rotina de gestão sólida desde o primeiro momento. Isto inclui orçamento, reporting, regras de governo e políticas de distribuição, tudo com uma abordagem prática e executável.
A primeira alavanca é a governança financeira: define-se que decisões são “não delegáveis”, que matérias requerem maiorias reforçadas e como se aprova e ajusta o orçamento anual. Na documentação, vê-se a importância de acordar o orçamento antes do início do exercício, prepará-lo desde a direção e submetê-lo a um processo real de revisão e emendas no conselho, com obrigação de discutir de boa fé até chegar a um orçamento acordado. Isto é Pós M&A em estado puro: evitar bloqueios, proteger o plano de negócios e dar visibilidade para decidir com rapidez.
A segunda alavanca é o reporting e controlo de gestão, que a martinsdelima converte num sistema (não numa “folha de Excel solta”). O objetivo é integrar o mais rapidamente possível a empresa no sistema administrativo/contabilístico do grupo para poder fechar demonstrações financeiras mensais, consolidar e ter controlo de KPIs e agregados de gestão. Essa integração, bem dirigida, reduz o risco de desalinhamento, acelera as decisões e permite detetar desvios precocemente, quando ainda são corrigíveis.
A terceira alavanca é a gestão de tesouraria: regras claras de preservação de liquidez, política de dividendos e, quando aplicável, coordenação de cash pooling sem colocar em risco a posição financeira da empresa. Nos textos, estabelece-se que os dividendos devem respeitar a reserva legal e que o pagamento efetivo deve ser feito apenas quando a tesouraria o permitir sem comprometer a solidez financeira; além disso, articula-se o princípio de que o excedente de tesouraria sobre as necessidades de capital circulante pode ser colocado à disposição do grupo, mantendo a proteção do negócio.
E aqui surge um detalhe que marca a diferença da martinsdelima: não nos limitamos a “recomendar”, mas concretizamos a execução para que seja juridicamente e financeiramente limpa, inclusive em contextos multinacionais. Na addenda, reflete-se como se desenha a operativa de distribuição para cumprir a normativa local e como se explica a origem dos montantes distribuídos (lucros e reservas) e o porquê do esquema de pagamentos. Em Pós M&A, isto é crítico: a forma de pagar importa tanto como o facto de pagar, porque disso dependem riscos fiscais, societários e reputacionais.
A metodologia da martinsdelima, em resumo, é:
(i) converter acordos em regras operacionais (orçamento, maiorias, reporting),
(ii) criar um circuito mensal de controlo (fecho, KPIs, tesouraria) e
(iii) executar decisões sensíveis com enfoque no cumprimento (dividendos, fluxos entre empresas, preservação de liquidez).
O resultado é uma “resolução excelente” porque o cliente obtém controlo real, uma integração financeira ordenada e uma política de tesouraria/dividendos que protege a empresa enquanto permite materializar o retorno acordado.