Experiências
Fusões e Aquisições
Apoio em Due Diligence para proteger a transação e acelerar o fecho

Num processo completo de M&A, a Due Diligence é o momento em que a operação deixa de ser uma “história atrativa” e se torna numa decisão informada. É a fase em que o comprador contrasta o negociado na carta de intenções com a realidade documental e operativa da sociedade alvo, identificando riscos que podem afetar o preço, a estrutura da transação ou as garantias exigíveis. Nos documentos de trabalho utilizados, o enfoque está claramente orientado para uma Due Diligence “Red Flags”, ou seja, centrada em detetar contingências chave a partir da revisão da documentação entregue (“disclosed documents”) e dentro de um alcance definido (“scope”).
É aí que a martinsdelima aporta um valor diferencial: convertemos a Due Diligence numa ferramenta de controlo do processo e de proteção do cliente, não num simples relatório. O nosso trabalho começa por ordenar a “data room”: exigimos consistência, rastreabilidade e completitude, sabendo que qualquer análise depende da qualidade do que é entregue e dos seus limites (os próprios relatórios recordam que o trabalho se baseia em cópias e no perímetro de documentação facultada). Com isto, reduzimos a incerteza, evitamos surpresas de última hora e alinhamos todas as partes em torno de um quadro claro de informação.
A metodologia da martinsdelima apoia-se numa lógica muito simples: detetar, priorizar e resolver. Primeiro, decompomos a revisão por áreas (fiscal, legal e laboral) para identificar contingências relevantes e aquelas que requerem investigação adicional antes de executar o investimento. Depois, passamos ao “modo negociação”: cada descoberta traduz-se num plano de ação, e o objetivo não é acumular observações, mas sim chegar a um roteiro de fecho com tarefas concretas, responsáveis claros e uma estratégia de mitigação.
Neste caso, a documentação mostra muito bem o tipo de problemas que costumam bloquear uma operação se ninguém os controlar. Por exemplo, na área legal/corporativa assinalam-se necessidades de regularização de livros societários e outros ajustes formais que, se forem ignorados, complicam o fecho ou geram fricção desnecessária. Em contratação, aparecem riscos típicos de M&A como cláusulas de alteração de controlo em financiamento que podem dar direito a resolução antecipada, o que obriga a gerir consentimentos ou “waivers” como condição prática para assinar com tranquilidade. E na área laboral identificam-se contingências sensíveis vinculadas a inspeções, uso de bolseiros e temporalidade, além do risco de que certos colaboradores sejam considerados empregados.
A diferença entre “ver riscos” e fechar bem está em como são geridos. A martinsdelima utiliza a abordagem de “how to tackle it” para converter cada contingência numa solução operativa e contratual: remediação prévia quando é possível (regularizações e documentação pendente), gestão ativa de consentimentos com contrapartes críticas (especialmente em contratos e financiamento), e proteções no contrato de compra e venda quando o risco deve sobreviver ao fecho (declarações e garantias, indemnizações, condições suspensivas e covenants).
O resultado é uma resolução excelente porque o cliente não só entende “o que há”, mas também o que fazer com isso: o que exigir, o que corrigir, o que condicionar e o que proteger. E isso, em consultoria financeira de M&A, é o que marca a diferença: reduzir o risco real, acelerar decisões e levar a operação a um fecho sólido, sem improvisações e com o controlo nas mãos do comprador. Por outras palavras: a martinsdelima não só acompanha a Due Diligence; converte-a numa alavanca para negociar melhor e fechar com segurança.